GLEISI HOFFMANN: Uma insanidade sem tamanho, algo que só uma mente perversa seria capaz de defender

GLEISI HOFFMANN: Uma insanidade sem tamanho, algo que só uma mente perversa seria capaz de defender.

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Um texto assinado por Gleisi Hoffmann publicado no site do PT deixou qualquer economista de boca aberta. Não pela qualidade, e sim pela completa ausência de sentido. A senadora conseguiu somente uma coisa com seu texto: mostrar que não dá a menor importância para o futuro econômico do país.

“Mais austeridade só irá agravar ainda mais a nossa situação fiscal!”, é assim que termina o artigo da senadora. Uma insanidade sem tamanho, algo que só uma mente perversa seria capaz de defender.

Em certos pontos, Gleisi entra em contradição com o que ela mesma escreveu. Por exemplo:

“Eu me pergunto, o que aconteceria se todos os brasileiros resolvessem poupar, economizar a maior parte do dinheiro que recebem e não comprassem mais nada? Será que a economia iria crescer? Numa simples avaliação, grande parte das lojas e empresas não teriam para quem vender.”

Poucos parágrafos depois, ainda no mesmo texto, a senadora diz:

“O que está escondido na defesa da PEC 241 é o sobrenome do “mercado” que o governo golpista quer agradar. O mercado é o mercado financeiro, que ganha com uma espiral financeira e para quem a economia real não tem qualquer relevância.”

Ou seja, a senadora diz que se o governo poupar gastos o mercado irá encolher, mas pouco tempo depois diz que o mercado financeiro sairá lucrando com isso. Se a primeira afirmação é correta, logicamente a segunda não pode ser, pois são coisas mutuamente excludentes.

A verdade é que há duas razões fortes para que os petistas estejam contra esta PEC. Uma delas, obviamente, é que eles realmente não se importam com o futuro econômico do país, a eles o colapso é o que sempre interessou. Se a ideia fosse outra, não teriam causado a crise que causaram.

A outra razão é que a proposta veio de Michel Temer e sua equipe econômica, e por pura birra os petistas não querem deixá-lo governar. É apenas isso.

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